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A ‘uberização’ dos reparos domésticos

  • 6 de dezembro de 2017

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A ‘uberização’ dos reparos domésticos

Mercado de consertos vive uma revolução, e as mudanças passam pelo uso de tecnologia

– O mercado de consertos domésticos sempre se caracterizou pela pulverização. São milhares e milhares de prestadores de serviços autônomos e profissionais liberais, que acabam sendo encontrados por seus clientes por meio do tradicional boca a boca. Estimativas avaliam que atualmente, apenas na região sudeste do Brasil, as atividades ligadas a pequenos consertos e reparos residenciais alcancem receitas próximas dos R$ 4,5 bilhões. São cifras impressionantes, considerando que nenhuma grande corporação controla o setor.

Seja para consertar um aparelho de micro-ondas queimado, uma torneira quebrada ou mesmo uma porta antiga que insiste em ranger e não fecha direito, procuramos por qualquer pessoa que possa dar referências de algum profissional que seja ponta firme, não cobre um absurdo pelo trabalho, entregue tudo no prazo e ainda dê garantias de que o serviço foi bem feito e, por isso, não voltará tão cedo a causar dor de cabeça.

Mas essa realidade está prestes a mudar. Uma transformação completa proporcionada pelos aplicativos uniu clientes aos prestadores de serviço, criando novas oportunidades, negócios com regras claras e uniformização dos padrões de serviço. E o melhor: esse movimento já a reduzir o valor pago para a contratação dos prestadores.

E não se trata de um fenômeno isolado. A economia mundial também vem sendo impactada por essa tendência, muito bem ilustrada pelos famosos aplicativos de transporte privado, como o norte-americano Uber.

Antes, uma pessoa ou empresa tinham gastos exorbitantes com os táxis, uma forma tradicional de deslocamento. Com a criação do aplicativo, nasceu um ambiente online para as pessoas (no caso do Uber, os motoristas com carro próprio) que queriam colocar sua força de trabalho à disposição, e também para os consumidores que, por sua vez, passaram a ter a opção de um serviço com uma facilidade impressionante.

No mercado de alimentação fora de casa é a mesma coisa. Antes os restaurantes serviam aos clientes em seu salão, no balcão e via delivery. Com propostas como o iFood, a capilaridade desses pequenos empresários aumentou, por meio de um intermediário que usa a tecnologia para ligar os que desejam oferecer comida àqueles que estão com fome.

Nesse novo arranjo, todos saem ganhando: o prestador, que é encontrado mais facilmente e realiza mais serviços; o consumidor, que é atendido mais rapidamente, com qualidade e preço justo; e também os apps, como intermediadores.

Voltando ao caso específico dos consertos, essa nova tendência tem tudo para gerar uma grande transformação. Já está claro que os aplicativos dedicados a este tipo de serviço criam um modelo de negócios que permite preços, em média, 25% mais baixos do que os praticados normalmente, por conta de um ambiente competitivo, e também porque a tecnologia deixa de lado intermediários que agregam pouco ou nada à prestação de serviços.

 

Esse texto foi produzido por Eduardo Basile Quadrado, presidente da Fix Tecnologia e Serviços S/A.

Você pode conferir a publicação dessa matéria no Diário Comércio Indústria e Serviços (DCI) através do link abaixo
http://www.dci.com.br/servicos/a-uberizacao-dos-reparos-domesticos-id668369.html

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